sábado, 28 de junho de 2008

PARTEs

Pessoal, por hora vou dar uma segurada nos capítulos, pois já estou avançando muito e acabo expondo todo o conteúdo e vocês não irão comprá-lo, claro! Bem, de qualquer forma pude dar uma idéia do ele(O Livro) pode lhe oferecer de leitura. Além dos capítulos, até aqui, expostos, você tem mais dezesseis(16) pela frente. Espero que adquiram meu livro e, não somente, divulguem-no para o amigo aqui. Um forte abraço e vamos nessa...

quarta-feira, 25 de junho de 2008

PARTE XI - Relembrando o Passado(Partes)

(...)
- E eu não sei disso, minha filha! Queria eu estar no seu lugar, ia foder com todos eles ao mesmo tempo! – sorriu.
- Você é louca! Tem um lá que você não ia agüentar mesmo! – disse para ela.
- Por que, fede muito? – sorriu.
- Não. Tem um pau do tamanho e grossura de uma mangueira! – exclamei.
- Então é mole! – disse.
- Mole? A mangueira que me refiro minha querida é uma árvore que tem lá no orfanato, grande e grossa. Você não ia agüentar mesmo!
- Você que pensa! – sorriu.
Esse papo ia nos excitando cada vez mais e a chuva nada de parar.
- Pretinha! Me lembrei. Tem uma amiga que mora aqui perto. Vamos dar um pulo até lá? – indagou dizendo ter se lembrado de repente.
- Amiga? – perguntei.
- Sim, amiga. Bem, é mais amiga que amigo. Na verdade, é um travesti. Mas, com certeza você vai se amarrar nela – disse cheia de más intenções.
- Via muitas delas aqui, quando dormia na praça. Do outro lado da rua vivia cheio delas. Pareciam mulheres de verdade! – disse.
- Mas, são mesmo. Só que tem um bingolinho na frente. O resto é tudo igual – sorriu.
- Mas, e a chuva? – perguntei.
- É aqui pertinho. Não dá nem pra se molhar direito – e dizendo isso, saiu me puxando pelo braço em direção à casa da amiga.
Já passava das oito da noite, quando chegamos. Para nossa sorte, Bianca se encontrava. Realmente, era tudo que Blenda tinha me contado: loira, olhos verdes, cabelos longos e lisos naturais, alta, bem afeminada e bastante simpática.
- Oi, querida! Que faz essa hora por aqui? – perguntou o traveco. – Entrem. Vão pegar um resfriado. Espera que já volto – e sem aguardar respostas, virou-se e logo voltou com duas toalhas para nos secarmos. Na verdade, ela estava preocupada mesmo era em proteger seu pequeno apartamento e não deixar que molhássemos seu assoalho. Se é que se podia chamar aquilo de apartamento. – Uhm, que neguinha linda! – elogiou. – Novinha, não? Quantos anos, queridinha? – indagou.
- Onze – respondi.
- E já na putaria, não é mesmo? – disse sorrindo.
(...)

domingo, 22 de junho de 2008

PARTE XI - Relembrando o Passado

(...)
- Não queria mais ir lá pra cima. Estou me sentindo mal e só estou por lá por não ter onde ficar sabia? – indaguei.
- Se quiser, dou um jeito de você ficar lá em casa. O problema é o Dica, sei que não iria concordar e mexer com esses caras, é foda! – explicou.
- Sei disso. Mas, adoro ficar na sua casa. Binho vai sair fora e poderíamos dormir juntas, não é mesmo? – disse toda animada.
- Era tudo que queria mor. Vamos ver o que podemos fazer. De repente, com esse lance dos caras invadirem lá, eles saiam fora e aí, é a hora. Só se os caras... – ia continuar, quando a interrompi.
- Mas, mesmo assim, o Dica vai querer que vá com ele... Porra! Não gosto muito dele. O cara me maltrata e só vive drogado... – tentei explicar.
- Drogado! Legal! Esse é dos meus! – brincou.
- Falo sério, Blenda. O negócio por lá é muito perigoso. Sabia que tem um carinha deles que fica me paquerando o tempo todo? É só Dica virar as costas que o cara fica me sacando. Já me pegou nua duas vezes e umas tantas outras, o peguei me olhando e fazendo sinais de sacanagem. Já pensou se o cara o pega? De repente pode até achar que estou dando mole e aí, pode até se virar contra mim – expliquei.
- Vai dizer que você não gosta? É só ter cuidado boba – disse.
- Eu sempre os vejo nus, mas finjo que não. Mas que dá um tesão tremendo, isso dá! – comentei.
- E eu não sei disso, minha filha! Queria eu estar no seu lugar, ia foder com todos eles ao mesmo tempo! – sorriu.
- Você é louca! Tem um lá que você não ia agüentar mesmo! – disse para ela.
- Por que, fede muito? – sorriu.
- Não. Tem um pau do tamanho e grossura de uma mangueira! – exclamei.
- Então é mole! – disse.
- Mole? A mangueira que me refiro minha querida é uma árvore que tem lá no orfanato, grande e grossa. Você não ia agüentar mesmo!
- Você que pensa! – sorriu.
Esse papo ia nos excitando cada vez mais e a chuva nada de parar.
(...)