(...)Comecei a chorar e ele sentou-se ao meu lado e começou a me explicar a vida que levava. Talvez se tivesse me contado antes, não tivesse seguido seu caminho.
- Preto? – indaguei.
- Que é Carol! – respondeu.
- Quero minha mãe!... – disse chorando copiosamente..
Sabia que o que estava fazendo estava errado, mas como mudar aquilo? Preto caiu no sono, logo em seguida, enquanto observava tudo e a todos. Senti vontade de voltar e foi o que tentei fazer. Enquanto ele dormia, deixei o local e comecei a perambular pelas calçadas sem destino certo e, quando me dei conta, o dia estava raiando. Sozinha, atravessei aquelas ruas lindas e enormes que davam num majestoso parque cheio de árvores. Continuei naquela direção e logo deparei, pela primeira vez em minha vida, com o mar. Sentei-me à sombra de um coqueiro e comecei a imaginar como seria minha mãe, enquanto chorava sem parar. Com fome e dominada pelo cansaço, adormeci(...)
Enquanto isso, as Pessoas NAO se Assumem!
Há 14 anos

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